Livro Vivi e o Peniquinho para o iPhone

Aproveitando o post anterior, para quem não conhece, eu também sou autora de um livro infantil, Vivi e o Peniquinho que por sua vez também está disponível em uma versão exclusiva para o iPhone e iPod touch, a venda na Apple App Store.

As apps para crianças em geral são um sucesso. São portáteis e eles adoram as interações. Pensando nisso resolvi lançar o livrinho também nesse formato.

É um livro no seu bolso!

A criança pode passar a página com o dedinho de forma intuitiva como um livro real e caso não saiba ler existe a opção de ouvir o livrinho com narração.

 

Sobre o livro:

Vivi e o Peniquinho é um livro que vai ajudar as mamães na etapa de transição em que os bebês deixam de usar fraldas e passam a usar o penico. Escrito em linguagem adequada a essa fase, possui ilustrações didáticas para que as crianças façam associações diretas, de forma lúdica e divertida.

O livro foi escrito e ilustrado por mim. Sou designer e mãe de Vitória e Rafael. A idéia desse projeto surgiu quando minha filha chegou na idade de tirar as fraldas e procurei por material de apoio. Diante das poucas opções no mercado resolvi escrever e ilustrar esse livro com uma linguagem adequada a essa fase do bebê. O livro só ficou pronto dois anos depois, a tempo de ser usado e testado com Rafael, meu segundo filho. E foi aprovado! Agora ele pode ser compartilhado com todas as mães em mais essa etapa da maternidade.

Veja abaixo algumas telas do livro:

 

 

 

 O  livro também está disponível em formato tradicional através do BLURB. Veja um preview do livro.

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Livro das Princesas do Mar para o iPhone e iPod touch

A série de livros das Princesas do Mar foi escrita e ilustrada pelo brasileiro Fábio Yabu. Seus livros, publicados desde 2004, se tornaram um grande sucesso. Foram eles que deram origem ao desenho animado hoje exibido em mais de 47 países! No Brasil ele pode ser visto no Discovery Kids e na TV Cultura.

Agora um dos livros da série está disponível também em formato para o o iPhone e iPod touch à venda na Apple App Store. A historinha escolhida foi “Tartarugas em Perigo”, da coleção para quem ainda lê com os pais, cheia de ilustrações e textos curtos.

No e-book, além das páginas animadas, a criança tem a opção de ouvir a história narrada para acompanhar a leitura. Nas versões português e inglês também pode ser uma boa para as crianças que estão aprendendo o idioma.

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Tire muitas fotos da barriga durante a gravidez

Enquanto estiver grávida tire muitas fotos. Registre cada fase desse momento mágico que é a gravidez. Assim, no futuro você vai poder lembrar da sua barriga em cada estágio.

Envolva também o papai, irmãos e as pessoas queridas. Avós, tios, padrinhos, etc. 

Tire fotos da barriga em casa e ao ar livre. Em parques e na praia ficam lindas. Vale a pena também investir em algumas fotos profissionais. Existem diversos estúdios fotográficos especializados em fotos e books de gestantes. Nesse caso a melhor fase para tirar as fotos é por volta dos oito meses. A barriga já está bem grande, porém, você ainda não está tão inchada.

Participe da produção das fotos, dê idéias, leve acessórios e coisinhas do futuro bebê. Brinquedos, sapatinhos, até a camisa do time estão valendo. Se tiver outro filho, leve também para participar das fotos. O papai também deve participar desse momento.

Vejam algumas fotos que fiz em um estúdio na minha segunda gestação:

As fotos foram feitas no Studio Mil, no Rio de Janeiro.

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Qual a melhor marca de chupeta?

Muitas pessoas me perguntam qual a melhor marca de chupeta a fim de eleger uma favorita para seus bebês. E o que eu costumo dizer é o contrário, não use apenas uma marca de chupeta. A minha dica é: varie as chupetas. Não acostume o bebê a apenas uma marca pois isso pode te causar problemas futuros.

Ao longo dos dois primeiros anos você vai comprar muitas chupetas. Isso por que você não vai querer ficar na mão e vai querer ter sempre uma ao seu alcance. Elas também vão ficando velhas e é bom trocar de tempos em tempos. Fora as que são perdidas. Mas acredite em mim, mesmo com essa preocupação vão acontecer situações em que você vai ter que comprar uma chupeta de emergência e nem sempre você vai encontrar exatamente a marca que gosta.

Meu filho tem várias e de todas as marcas. Ele mesmo, às vezes troca uma pela outra, mas ainda não consegui identificar se ele tem alguma preferência real ou simplesmente gosta de ficar variando. O fato é que ele não estranha nenhuma marca e isso é um problema a menos. Mas se eu esquecer de colocar a chupeta na mochila da creche …. já era, vou ter que ir até lá levar alguma.

De qualquer forma ele usa da NUK, da Lillo, Fiona, Kuka e Avent, todas ortodônticas e com bico de silicone. O bico de silicone é escolha minha pois me parece mais higiênico. Respeite também o tamanho adequado a cada idade.

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Natura inaugura espaço exclusivo para mães, gestantes e bebês no Rio de Janeiro

A Natura inaugura um espaço exclusivo, no Rio de Janeiro, com serviços para mães, gestantes e bebês: o Espaço Mamãe e Bebê.

Localizado no SPA Mais Vida, no Shopping Fashion Mall, o espaço oferece orientação gratuita para mães sobre o método de massagem Natura Mamãe e Bebê, inspirado na Shantala – método milenar indiano, desenvolvido pelo Dr. Frederic Leboyer, que tem como objetivo ampliar os momentos de contato e fortalecer o vínculo entre mãe e filho.

O espaço também oferece, gratuitamente, a automassagem para gestantes “A Descoberta do Vínculo”, desenvolvida pela Natura em parceria com uma equipe multidisciplinar de especialistas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O método comprovou, em estudo com 80 gestantes, melhora na autoestima e na qualidade do sono durante a gestação, além da conexão com o bebê já na barriga.

Além das orientações gratuitas, serão oferecidas diversas massagens corporais desenvolvidas pelo SPA Mais Vida especialmente para o Espaço Mamãe e Bebê, para proporcionar relaxamento e alívio das tensões do dia a dia.

Este projeto vai ao encontro do cotidiano frenético enfrentado pelas mulheres atualmente, ajudando-as a viver de forma mais leve e prazerosa essa fase, que, além de ser tão importante para mãe e bebê, é única e milagrosa.

O sonho de toda mãe e todo pai é ver seu filho crescer independente e feliz. Para que isso aconteça, a primeira experiência amorosa do bebê tem importância fundamental, porque determinará, em grande parte, o seu desenvolvimento e a maneira como ele viverá a relação com ele mesmo e com o mundo durante sua vida.

Desde o primeiro momento em que surge a vida no útero, a força desse amor já pode se fazer presente pela ligação que se estabelece entre a mãe e o bebê. Vínculo é o nome desse amor, o Amor Fundamental.

A relação entre mãe e filho é estimulada por meio dos cinco sentidos, que é a forma de comunicação entre eles. Valoriza a relação entre mãe e pai e a importância dessa relação para garantir uma gestação e maternidade tranqüilas.

SPA Mais Vida: (21) 3322 3300

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Compras para bebês em Nova Iorque

Nova Iorque é o paraíso para compras e isso se aplica também aos artigos para bebês e crianças. O que acontece é que geralmente não temos muito tempo quando estamos de férias e nesse caso a minha dica é ir direto aos lugares onde você encontra tudo junto de uma vez. 

Dá para fazer o enxoval completo do bebê e curtir as últimas férias só com o maridão.

As melhores lojas em termos de variedade e mais bem localizadas são a Toys “R” Us (se fala Toys are Us) e a Babies “R” Us.

A Toys “R” Us está localizada em plena Times Square e abre até às 10:00 da noite. Nela você encontra brinquedos para todas as idades e uma seção muito boa de bebês, com brinquedos, carrinhos, roupas, acessórios, produtos de higiene e milhões de outras coisinhas que você nunca viu antes mas são tudo de bom.

A Babies “R” Us é só para bebês mesmo e tem mais variedade. Tem coisas que valem muito a pena pois são muito mais baratas que no Brasil. Carrinho, cadeira de carro, bebê conforto, etc. Você encontra todas as marcas boas como Fisher Price, Maclaren, Chicco, Bugaboo, Graco entre outras. Você também encontra roupinhas da Carter’s que são lindas, baratas e de muito boa qualidade. Ela fica localizada na Union Square.

Dica: Dê uma olhada antes no site da loja e já vá com o que quer comprar em mente. Evita que você fique “descontrol”!

No mesmo estilo tem também a Buy Buy Baby que fica na 270 Seventh Ave.
(Entre a  25th and 26th). Aberta até às 21:00 e domingo até às 20:00.

Caso você queira roupinhas de griffe para bebês e crianças como Polo Ralph Lauren, Tommy Hilfiger, Baby Gap, Puma, DKNY etc. vá na Century 21. Essa loja é um outlet (ponta de estoque) localizado em Manhattan, fica na 22 Cortlandt Street entre a Church e a Broadway. Tem mais cinco lojas espalhadas por Nova Iorque, mas são mais afastadas.

Essa loja não é só de crianças, mas sua seção de bebês e crianças é bem grande e tem roupinhas lindas e bem em conta. O bebê já nasce cheio de estilo.

Se você também quer ser uma grávida com estilo, e está disposta a bater perna em Nova Iorque você vai encontrar diversas lojas legais para gestantes. Segue a lista com algumas:

Belly Dance Maternity - Roupas para várias ocasiões, paraíso para futuras-mamães, tem até maiôs e sacolas para fraldas. (548, Hudson St. Charles com Perry, West Village)

Capucine Maman – Roupas bacanas, camisolas, além da linha para os babies, lógico; trocadores, sacolas, almofadinhas, berços modernos. (20, Harrison St.)

Destination Maternity -Imensa. Tem tudo bacana, lingerie, vestidos, cintas especiais e o melhor, jeans! (575, Madison Ave.) 

GAP MaternityCom cara de roupa “normal”.Tudo combina, tudo é confortável, com bossa e bom preço! Várias espalhadas pela cidade! (60 West 34th St.) 

The Upper Breast Side - O nome é uma brincadeira com o bairro  “Upper West Side”, mas aqui o negócio sério é amamentação! Soutiens próprios, almofadinhas, soluções e todos acessórios possíveis. (135 West, 70th St, entre Broadway e Columbus St.) 

Caso você tenha mais tempo ainda pode ir para os outlets fora da cidade. Nesse caso você pode ir para o Woodbury Common Premium Outlets, que fica a 100 km de Manhattan ou para o  Jersey Gardens em New Jersey. Em ambos os casos você vai precisar alugar um carro e dedicar um dia inteiro a isso. 

Boas compras!

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Grávidas podem comer comida japonesa?

Uma dúvida que muitas grávidas têm é com relação ao que se pode comer ou deve evitar durante a gravidez. Em meio a essas dúvidas é comum surgir à questão com relação à comida japonesa, principalmente os peixes crus.

Com essa dúvida na cabeça fui conversar com a minha obstetra e obtive a seguinte resposta. No Japão as grávidas continuam com sua alimentação normal, o que no caso delas é à base de peixes crus. Logo, não existe problema algum em comer sushis e sashimis durante a gravidez.

O problema é que peixes crus podem se estragar com mais facilidade e além disso, esses alimentos são muito manipulados. A probabilidade de se ter uma intoxicação, por exemplo, é maior nesses casos. Logo devemos ficar muito atentas é com o local onde comemos esse tipo de comida.

Evite comida japonesa em buffets a kilo e prefira restaurantes da sua confiança.

Segundo alguns obstetras, como o calor mata a maioria dos germes, o mais indicado é consumir apenas alimentos cozidos. De qualquer forma, consulte o seu antes.

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Brindes criativos e personalizados para sua festa

Quando pensamos em brinde de festa infantil já nos vem à cabeça aqueles famigerados squeezes com o logotipo das casas de festa, ou saquinhos cheios de quinquilharias. Quem é mãe sabe que falta criatividade nesse quesito.

Para acabar com isso a artista Ana Claudia Austin passou a desenvolver brindes personalizados em tecido com o tema da sua festa. São pesos de porta, bolsinhas e mochilas, fantoches, dedoches e o que mais a sua imaginação permitir. Além disso, caso você queira fugir da mesmice por completo ela também decora a sua festa por inteiro.

 

Mas essa história começou bem antes quando ela criou a boneca Anita Austin inspirada naquelas que eram vendidas em papel, nas bancas, muito antigamente. As bonequinhas são desenvolvidas em tecido e possuem diversos cabelos, roupinhas e sapatos para trocar, educando e divertindo a criançada.

Para mais informações visite o site: www.anitaaustin.com

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Até que idade a criança fala errado?

Ontem conversei com a coordenadora pedagógica do colégio da minha filha de 4 anos. A minha preocupação é que ela apesar de ser muito bem articulada e apresentar um vocabulário rico ainda troca alguns fonemas. Mais especificamente o S pelo T. Logo, sapo vira “tapo”, sopa, “topa” e assim por diante.

Eu queria saber até quando isso ainda é normal e quando eu deveria procurar ajuda profissional de um fonoaudiólogo. Ela me tranqüilizou e falou que nessa idade essas pequenas dificuldades da fala ainda são normais pois a criança está em fase final de aquisição da linguagem.  

Embora esteja estabelecido que em torno dos quatro anos de idade a criança deva estar com o sistema de sons da língua adquirido e estabilizado, existe certa margem de variação dentro dos limites da normalidade.

Alguns fonemas são mais difíceis do que outros. Por exemplo: se a criança já fala razoavelmente bem todos os sons da língua com exceção do r duplo e dos encontros consonantais (fala “Basil” em vez de “Brasil”), em geral os últimos a serem adquiridos. Entretanto, mesmo antes dos quatro anos, pode ocorrer uma desorganização nos sistema de sons que merece o cuidado precoce do fonoaudiólogo.

Podemos ajudar repetindo a palavra de forma correta, mas sem muita pressão. Porém se a criança de quatro anos fala de uma forma que ninguém entende aí já é preciso procurar ajuda.

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Aquisição e desenvolvimento da fala e linguagem

De 0 a 6 meses - Nesta fase, os estímulos sensoriais determinam o comportamento do bebê. A audição e a visão são de grande importância neste início de contato com o mundo. Logo no início, o bebê já é capaz de reconhecer e se acalmar com a voz da mãe e,  na medida em que o desenvolvimento motor  avança, amplia-se sua exploração visual, reconhecendo, inclusive, rostos familiares.

O choro é a primeira manifestação sonora do bebê e surge como resposta à sensação de fome, frio ou outro mal estar. Logo aparecem outros sons (gritos), provavelmente, ligados à sensação de bem estar. A seguir, iniciam-se as vocalizações, predominando a vogal / a /. Por volta do terceiro mês, aparecem as consoantes, que são bem diferentes das suas correspondentes na língua falada. A emissão do / r / gutural, por exemplo, é restrita à este período de vida. Nesta fase não existe intenção comunicativa ligada à este tipo de produção oral. 

O bebê está descobrindo as sensações proporcionadas pelo funcionamento do seu corpo. Assim como  exercita a musculatura dos seus membros agitando as pernas, também exercita a musculatura dos órgãos da fala neste jogo vocal.  É por isso que, neste período, todos os bebês do mundo, incluindo as crianças surdas, emitem os mesmos sons. Somente depois, quando a linguagem começa a se esboçar, que estes sons assumem características da língua falada na família. A emissão dos bebês surdos cessará no final desta fase. 

De 6 meses a 1 ano – Entre o sexto e o nono mês, o bebê começa a “balbuciar”, ou seja, produzir silabas. Ouvir a si mesmo é uma brincadeira que lhe dá muito prazer e, por isto, as sílabas são repetidas incansavelmente.  Nesta época, a audição tem um papel fundamental, pois, se a criança escuta bem sua própria voz, ela será motivada a prosseguir nesses ensaios.

Além de se ouvir, a criança descobre o prazer de provocar, com suas emissões, reações positivas no adulto. Começa, então uma espécie de diálogo: O adulto responde imitando a criança. Quando ele se cala, a criança repete o som para fazê-lo repetir e escutá-lo novamente.  Ao balbuciar “pa pa pa” ou “ma ma ma”, o bebê não está querendo dizer “papai ou mamãe”, porém, o prazer produzido por este jogo  o estimula e, aos poucos, passa a imitar realmente os sons emitidos pelo outro.  Não é por acaso que, em quase todas as línguas do mundo, “mama” e “papa” correspondem à pai e mãe, na linguagem infantil.

Em função dessas situações prazerosas, ele vai acumulando experiências auditivas, visuais e motoras, o que, mais tarde lhe permitirão a expressão espontânea.

De 1 a 2 anos -  Por volta dos nove meses as imitações se acentuam e, em torno de um ano a um ano e meio, aparecem as primeiras palavras com significado. É nesta fase, a das primeiras palavras, que, normalmente, dá-se um prolongamento semântico, ou seja, o  nome representa vários tipos de objetos. “Au au”, por exemplo, representa todos os quadrúpedes: cachorro, cavalo, vaca. A criança usa gestos simples para se comunicar (“tchau”, “dá”), atende ao ser chamada pelo nome e compreende ordens simples que exijam ação (“me dá”, “não quero”). 

A capacidade de  compreender a linguagem antecede a capacidade de se expressar e, embora ainda não consiga nomeá-los, já é  capaz de compreender os nomes dos objetos familiares. Já consegue mostrar, nomeando, as partes do corpo.

Perto dos dois anos começará a produzir frases com duas ou três palavras. Exemplo: “Medo au-au gande”. As orações negativas começam a ser empregadas por meio da palavra não, normalmente, colocada no final do enunciado. Exemplo: “dumi não”.

De 2 a 3 anos – Por volta dos 2 anos de idade ocorre intenso desenvolvimento da linguagem oral. A criança é capaz  de formar frases simples com 3 palavras, usando substantivos e verbos, nomeia figuras, usa os pronomes “eu” e “você” e, praticamente, compreende tudo o que vê e escuta. Se a criança fizer uso de chupeta e/ou mamadeira nesta fase, chegou o momento de retirá-las, pois, o uso, depois deste período, pode causar sérios prejuízos ao alinhamento dos dentes e dos músculos envolvidos na fala.

Por volta dos três anos já é capaz de se comunicar efetivamente, empregar substantivos, verbos no indicativo, adjetivos e preposições. Consegue elaborar pensamentos simples. Inicia-se a fase das perguntas: “O que?”, “Onde?”, “Por que?”.

Embora já seja capaz de produzir quase todos os fonemas (sons), é normal que ainda existam algumas trocas articulatórias como falar “bixiqueta” no lugar de “bicicleta” e a omissão de arquifonemas como por exemplo “pota” no lugar de “porta”. 

De 4 a 5 anos – Ao redor dos 4 anos a criança é capaz de reproduzir pequenas seqüências de fatos e/ou histórias.

A criança vai à escola e amplia seus contatos com os valores sociais. Pode mudar seu discurso, de acordo com o ouvinte.

O fonema / r / de “barata” e “arara”, geralmente, é o último a ser adquirido e, embora, grande parte das crianças já o usem corretamente em torno de quatro anos, a sua aquisição é considerada normal até os seis anos.

Cacilda Silva Siqueira CRFa. 4174
Christian César Cândido de Oliveira CRFa. 12.117

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